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Falência prematura se dá pela falta de planejamento

22 out

Índices apontam que empreendedores do País estão despreparados para administrar o próprio negócio.

As boas ideias e iniciativas dos empreendedores brasileiros não têm sido suficiente para manter as empresas em atividade. De acordo com o Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC SP), o comportamento administrativo de muitas delas que vêm a fechar as portas acusa um problema, prioritariamente, de falta de planejamento.

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Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), as micro e pequenas empresas correspondem a 98% das empresas brasileiras. Apesar disso, no entanto, os empreendedores do País estão despreparados para administrar o próprio negócio. Segundo pesquisa da Serasa Experian, das 89 falências decretadas no mês passado em São Paulo, 86 eram de pequenas empresas.

“O brasileiro é por essência muito empreendedor e pouco empresário, já que não pensa e não age como. O empresário é aquele que se estrutura, analisa, projeta e planeja todo o empreendimento, sua capacidade financeira e as fontes de captação de recursos de forma a entrar e permanecer no mercado”, afirma o contador e conselheiro do CRC SP, Julio Linuesa Perez.

Somente no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o levantamento da Serasa chegou a 627 decretos de falências no País, sendo 580 para micros e pequenas empresas (92,5%). O Sebrae e a CRC SP elencaram algumas das principais causas de insucesso na administração de um empreendimento, que são os seguintes:

• Comportamento empreendedor pouco desenvolvido;
• Falta de planejamento prévio;
• Gestão deficiente do negócio;
• Insuficiência de políticas de apoio;
• Flutuações na conjuntura econômica;
• Problemas pessoais dos proprietários;
• Alta carga tributária incidente em todas as áreas empresariais brasileiras, que dificulta concorrer nos mercados nacional e internacional;
• Alto custo financeiro e complexa captação de recursos para investimento produtivo;
• Falta de capital de giro do empreendedor.

Além destes, um dos males que pode levar a companhia à morte prematura é a falta de distinção entre o que é da empresa e o que pertence aos seus sócios. Na opinião do contador e também conselheiro do CRC SP, Niveson da Costa Garcia, “é comum encontrar bens de natureza pessoal sendo pagos pela empresa e, muitas vezes, até mesmo no nome desta. Tal situação pode caracterizar até mesmo crimes de natureza falimentar, além da responsabilização ilimitada dos sócios pelos infortúnios da sociedade”.

por FinancialWeb

Como fazer o Regulamento Interno da sua empresa

22 out

Transparência é um requisito essencial em qualquer tipo de relação humana, inclusive nas relações trabalhistas.

Para um bom funcionamento, toda empresa deveria deixar claro aos seus empregados o que é esperado dele, com especial atenção às condutas aceitas ou não durante o horário e no local de trabalho.

Para possibilitar um correto entendimento acerca dessas regras de conduta toda empresa poderá estabelecer um regulamento interno. Tal regulamento, entretanto, deverá observar algumas regras básicas.

Regras para elaboração do regulamento interno da empresa:

Inicialmente cabe esclarecer que todo regulamento interno deverá seguir a forma escrita, sendo uma cópia dele entregue a cada um dos empregados mediante recibo, ou seja, mediante um comprovante de seu recebimento e de sua leitura, para que no futuro nenhum empregado alegue ignorância acerca dessas regras.

Apesar de não existir previsão legal estabelecendo um modelo para a elaboração de um regulamento interno da empresa, será essencial o uso do bom senso, o respeito aos costumes locais e a estrita observação da legislação trabalhista para a elaboração de um regulamento válido.

Outra questão essencial é estabelecer no regulamento que as regras ali contidas passam a fazer parte do contrato de trabalho de cada empregado, tornando sua aplicação obrigatória no desenvolvimento das atividades desses empregados.

Veja mais no blog do Boris Hermanson

Fonte: Mundo Sebrae

O que é e qual a finalidade de um diagnostico empresarial?

22 set

Dando prosseguimento ao post PORQUE DEVO FAZER UM DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL, vamos entender o que é como se pode executar este diagnóstico, tendo, ao final do post um link para um “Plano de trabalho Padrão” que pode ajudar na execução desta tarefa de forma prática.

O diagnóstico empresarial ou organizacional é um instrumento que visa determinar quais as questões mais relevantes que precisam ser resolvidas nas empresas sob a ótica de seus proprietários, funcionários, clientes internos e principalmente nos clientes externos, como etapa exxencial anterior ao planejamento.Essas questões podem ser encontradas em quaisquer setores ou funções da empresa: vendas, produção, finanças, contabilidade, informática, pessoal, marketing etc.

O diagnósticoé realizado por meio da aplicação de um amplo questionário no qual são levantadas as impressões do público selecionado a respeito de questões abrangentes tais como prática do planejamento e da gestão, a estrutura organizacional e seu funcionamento, os recursos humanos, as sistemáticas de comunicação e informatização existentes, a visão estratégica da organização, etc, assinalando seus pontes fortes e fracos, visando estruturar soluções para cada questão, estabelecer prioridades e gerar um plano de ação com objetivos gerais, metas específicas, prazos, investimentos, despesas, responsabilidades e controles.

Não existe um único diagnóstico e cada um deles é resultado do conjunto de variáveis que se estuda, da profundidade com que cada variável é analisada, do momento histórico em que se faz o estudo e da experiência de quem o executa.

Considera-se que o diagnóstico organizacional compõem-se de quatro partes básicas:

– Formulação do problema;
– Levantamento de informações acerca do problema;
– Análise das informações obtidas e
– Sugestão de ações futuras.

Diagnósticos podem ser feitos para quaiquer tipos de empresas: industriais, comerciais ou de serviços. E para quaisquer tamanhos de empresas: grandes, médias ou pequenas e servem para:

-Determinar os pontos da empresa que necessitam de melhorias;
Criar planos de ação para guia das ações de reestruturação e reorganização da empresa;
-Aumentar lucros, rentabilidade, retorno para os sócios ou acionistas.

Modalidades

1. Diagnóstico Geral

É a modalidade mais ampla e abrangente, pois examina todas as funções gerenciais e áreas da empresa. A base de análise são os números, os fatos, os dados contábeis e financeiros. O produto do diagnóstico é um relatório completo com um plano de ação, para serem resolvidas, de uma vez por todas, as questões relevantes.

2. Diagnóstico Financeiro

É uma particular e importante modalidade de diagnóstico empresarial. Parte da análise dos balanços, examinando ativos (aplicações) e passivos (origens) bem como as demonstrações de resultado. O ideal é que esse exame seja feito para os últimos 3 anos. Muitas vezes a contabilidade não é fiel (e isso é parte do problema) e então é preciso recorrer aos controles internos, arquivos tipo Excel ou anotações dos sócios. O produto do diagnóstico é um plano de reestruturação contábil financeira, que poderá envolver toda a empresa e o setor de informática.

3. Diagnóstico da Produção / Fábrica

Visa determinar e eliminar pontos de estrangulamentos no fluxo de produção, racionalizar movimentações, melhorar o lay-out, eliminar desperdícios, reduzir refugos, melhorar a qualidade, aprimorar o planejamento e controle da produção (PCP), aumentar a produtividade, reduzir acidentes etc. O produto é um plano completo de reorganização da fábrica e dos setores de produção.

4. Diagnóstico de Vendas / Marketing

Esse particular tipo de diagnóstico examina as questões ligadas à importantíssima função de vender. Sem as vendas não há bons negócios, não há chances da empresa crescer e prosperar. Então é preciso encontrar obstáculos às vendas, equacioná-los e eliminá-los de vez. Os problemas poderão estar na política de preços; na qualidade dos produtos; na falta de foco mercadológico; na falta de agressividade em se vender; na concorrência, muitas vezes predatória; ou no pessoal de vendas, que pode estar sem motivação ou sem treinamento. O produto deste diagnóstico é um plano completo para se reestruturar as vendas, de uma maneira moderna e competitiva.

5. Diagnóstico de Sistemas / Informática

Hoje a informação é a vida da empresa. Se os sistemas de informação são precários, desconexos, imprecisos e desatualizados, o gerenciamento da empresa não consegue ser eficiente. O diagnóstico de sistemas e da função da informática visa determinar e resolver esses problemas. O seu produto é um “PDI”, Plano de Desenvolvimento de Informática, com definição das estratégias de mudança, detalhamento de melhoras de software e hardware, investimentos envolvidos, plano de treinamento e um cronograma de implantação.

Um plano de trabalho padrão na execução de um http://gherpelli.com/gc-b1.htm pode ser consultado clicando em http://gherpelli.com/gc-b1.htm. Vale ressaltar que este é um modelo que pode ser ajustado caso a caso.


Fontes:


http://www.efc.com.br

Gherpelli Consultoria

Por que devo fazer um diagnóstico empresarial?

22 set

Por Elenito Elias da Costa

Estamos nos aproximando do final do ano de 2009, é aconselhável que as empresas de qualquer tamanho e porte procedam a um DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL, para que possa implementar as melhorias necessárias para os proximos anos, ressalto que o citado procedimento é essencial para que a gestão empresarial possa continuar com o seu empreendimento com sustentabilidade.

Sabemos que estamos passando por uma Crise Financeira e nosso país tem demonstrado diversos pontos positivos que nos possibilitou ser o último a sentir e um dos primeiros provavelmente a sair desse cataclisma econômico, como estamos vivenciando, mas não devemos baixar a guarda, daí podemos entender a busca por instrumentos que possam nos informar sobre o comportamento da gestão empresarial.

Outro fator importante é a taxa de juros (selic), a elevação do salário minimo a partir do mês de janeiro do ano que se aproxima, o dispêndio financeiro do final de ano de 2009 suportado pelo Fluxo de Caixa, a inibição de determinado fechamento de contratos que podem impactar a necessidade do Capital de Giro da empresa, desembolso de obrigação financeira contraída, investimentos necessários e inadiáveis para se manter no mercado, pois em ano eleitoreiro a tendência é o Capital ficar mais direcionado ao custo de campanhas publicitárias arrefecendo as empresas que desenvolvem atividades economicas especificas, gestão pautadas em promessas ilusionistas, chamo atenção para a existência de uma redução de arrecadação de tributos para suportar o orçamento vindouro tais como, despesa pública, investimentos públicos, manter a independencia do órgão fiscalizador, e principalmente para a necessidade de investimentos nas campanhas, SPED – Fiscal, SPED – Contábil, Nota Fiscal Eletrônica, inovações legais, tributárias, comerciais e trabalhistas, e demais fatos que devemos observar.

Mas também temos fatos positivos, como a recuperação e reativação dos números da economia que podem esquentar os investimentos, maior circulação da moeda possibilitando maior procura de produtos, mercadorias e serviços em face desse aquecimento economico, que poderá positivar e elevar o faturamento das empresas.

Em termos práticos, e mais especificos temos, os principios do IFRS, CPC, de que trata a Lei 11.638/2007, com seus demonstrativos contábeis e financeiros mais acuidados e que demonstrem uma sincronia racional com a gestão empresarial através de uma transparência inigulável com o seu controle interno, devidamente respaldado através de um planejamento empresarial, registrados e mensurados através de um sistema de informática, ou mesmo um sistema mais abrangente como SIG – Sistema de Informação Gerencial, desenvolvido por empresa especializada.

A elaboração de um Planejamento Empresarial é uma ação imprescindível, elaborado de modalidade flexível e abrangente, que possa elencar os pontos fracos e fortes da gestão empresarial e especificamente do empreendimento que se deseja manter sua sustentabilidade e continuidade.

Obrigatoriamente, devemos estabelecer as consultas da regularidade juridica, fiscal, trabalhista, empresarial, da empresa e se possível ter em mãos as pesquisas necessárias que possam ratificar as CND – Certidões Negativas de Débitos, pois é essencial que possamos observar a empresa no ambiente externo e justos aos órgãos fiscalizadores.

Sabemos que após os diversos obstáculos sofridos pela gestão empresarial é plenamente comum á existência de débitos que não foram suportados, mas é essencial que tenhamos registros e que possamos acompanhar a sua evolução para manter sob o devido controle, até sua ação decisória de negociar o débito existente.

É plenamente saudável que a empresa solicite de seus colaboradores através de um Work Labor quais as sugestões e alternativas para atingir a manutenção progressiva da atividade economica na busca de resultados positivos, qualquer outra ação disforme a esse evento é fisiologismo que não leva a nenhum lugar.

Avaliar e acompanhar todo o fluxo operacional, medir, quantificar e qualificar o custo versus beneficio dos colaboradores é necessário, estabelecer controle de custos e despesas repassando aos responsáveis pelo centro de custos seus efeitos e solicitando sua redução, pois é necessário alavancar o faturamento, pois deve ser um objetivo a ser seguido por todos os colaboradores, independentemente de sua posição funcional, buscar alternativas de crescimento do faturamento de modalidade de licita e proba deve ser um pensamento retilinio.

Analisar profisionalmente qualquer proposta de empréstimos, financiamento, leasing, capitação de recursos, projetos, fusão, aquisição, venda, e demais alternativas através de um estudo apurado e realista.

Avaliar e analisar todas as demonstrações contábeis e financeiras de modalidade períodica, aferindo com o planejamento empresarial, administrando suas variações e medindo seus resultados, desde a existencia de Estoques, Disponibilidades, Obrigações, Custos e Despesas, Faturamento, Imobilizações, Investimentos, customização, precificação, impacto tributário, encargos sociais, atendimento ás obrigações tributárias (principal e acessória), admissões, demissões, cronograma de férias, melhorias dos produtos/serviços, obsolescencia, oportunidade, depreciação, exaustão, amortização, e demais fatos e ações.

Lembro que o fator limitador de determinados gestores em visualizar somente o Faturamento e o Fluxo de Caixa, pode expor a empresa a situações vexatórias e declinantes, daí a necessidade da elaboração de um DIAGNOSTICO EMPRESARIAL, que possibilite ter uma posição de toda a empresa em sua plenitude.

Ressalto que o mercado não perdoa os incautos ou despreparados, sem nenhum constrangimento, devemos nos lembrar das empresas que ficaram na história e em nossa lembrança, para que não aconteça o mesmo com a sua.

Proceda a um diagnóstico pessoal, pois as antigas práticas, não se coadunam com o momento economico que estamos vivenciando, ou talvez seja tarde demais.

Diante do exposto que entitula o referido artigo, gostaria de lhe perguntar:

JÁ REALIZOU O DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL DE SUA EMPRESA AINDA EXISTENTE?