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O que é e qual a finalidade de um diagnostico empresarial?

22 set

Dando prosseguimento ao post PORQUE DEVO FAZER UM DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL, vamos entender o que é como se pode executar este diagnóstico, tendo, ao final do post um link para um “Plano de trabalho Padrão” que pode ajudar na execução desta tarefa de forma prática.

O diagnóstico empresarial ou organizacional é um instrumento que visa determinar quais as questões mais relevantes que precisam ser resolvidas nas empresas sob a ótica de seus proprietários, funcionários, clientes internos e principalmente nos clientes externos, como etapa exxencial anterior ao planejamento.Essas questões podem ser encontradas em quaisquer setores ou funções da empresa: vendas, produção, finanças, contabilidade, informática, pessoal, marketing etc.

O diagnósticoé realizado por meio da aplicação de um amplo questionário no qual são levantadas as impressões do público selecionado a respeito de questões abrangentes tais como prática do planejamento e da gestão, a estrutura organizacional e seu funcionamento, os recursos humanos, as sistemáticas de comunicação e informatização existentes, a visão estratégica da organização, etc, assinalando seus pontes fortes e fracos, visando estruturar soluções para cada questão, estabelecer prioridades e gerar um plano de ação com objetivos gerais, metas específicas, prazos, investimentos, despesas, responsabilidades e controles.

Não existe um único diagnóstico e cada um deles é resultado do conjunto de variáveis que se estuda, da profundidade com que cada variável é analisada, do momento histórico em que se faz o estudo e da experiência de quem o executa.

Considera-se que o diagnóstico organizacional compõem-se de quatro partes básicas:

– Formulação do problema;
– Levantamento de informações acerca do problema;
– Análise das informações obtidas e
– Sugestão de ações futuras.

Diagnósticos podem ser feitos para quaiquer tipos de empresas: industriais, comerciais ou de serviços. E para quaisquer tamanhos de empresas: grandes, médias ou pequenas e servem para:

-Determinar os pontos da empresa que necessitam de melhorias;
Criar planos de ação para guia das ações de reestruturação e reorganização da empresa;
-Aumentar lucros, rentabilidade, retorno para os sócios ou acionistas.

Modalidades

1. Diagnóstico Geral

É a modalidade mais ampla e abrangente, pois examina todas as funções gerenciais e áreas da empresa. A base de análise são os números, os fatos, os dados contábeis e financeiros. O produto do diagnóstico é um relatório completo com um plano de ação, para serem resolvidas, de uma vez por todas, as questões relevantes.

2. Diagnóstico Financeiro

É uma particular e importante modalidade de diagnóstico empresarial. Parte da análise dos balanços, examinando ativos (aplicações) e passivos (origens) bem como as demonstrações de resultado. O ideal é que esse exame seja feito para os últimos 3 anos. Muitas vezes a contabilidade não é fiel (e isso é parte do problema) e então é preciso recorrer aos controles internos, arquivos tipo Excel ou anotações dos sócios. O produto do diagnóstico é um plano de reestruturação contábil financeira, que poderá envolver toda a empresa e o setor de informática.

3. Diagnóstico da Produção / Fábrica

Visa determinar e eliminar pontos de estrangulamentos no fluxo de produção, racionalizar movimentações, melhorar o lay-out, eliminar desperdícios, reduzir refugos, melhorar a qualidade, aprimorar o planejamento e controle da produção (PCP), aumentar a produtividade, reduzir acidentes etc. O produto é um plano completo de reorganização da fábrica e dos setores de produção.

4. Diagnóstico de Vendas / Marketing

Esse particular tipo de diagnóstico examina as questões ligadas à importantíssima função de vender. Sem as vendas não há bons negócios, não há chances da empresa crescer e prosperar. Então é preciso encontrar obstáculos às vendas, equacioná-los e eliminá-los de vez. Os problemas poderão estar na política de preços; na qualidade dos produtos; na falta de foco mercadológico; na falta de agressividade em se vender; na concorrência, muitas vezes predatória; ou no pessoal de vendas, que pode estar sem motivação ou sem treinamento. O produto deste diagnóstico é um plano completo para se reestruturar as vendas, de uma maneira moderna e competitiva.

5. Diagnóstico de Sistemas / Informática

Hoje a informação é a vida da empresa. Se os sistemas de informação são precários, desconexos, imprecisos e desatualizados, o gerenciamento da empresa não consegue ser eficiente. O diagnóstico de sistemas e da função da informática visa determinar e resolver esses problemas. O seu produto é um “PDI”, Plano de Desenvolvimento de Informática, com definição das estratégias de mudança, detalhamento de melhoras de software e hardware, investimentos envolvidos, plano de treinamento e um cronograma de implantação.

Um plano de trabalho padrão na execução de um http://gherpelli.com/gc-b1.htm pode ser consultado clicando em http://gherpelli.com/gc-b1.htm. Vale ressaltar que este é um modelo que pode ser ajustado caso a caso.


Fontes:


http://www.efc.com.br

Gherpelli Consultoria
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Por que devo fazer um diagnóstico empresarial?

22 set

Por Elenito Elias da Costa

Estamos nos aproximando do final do ano de 2009, é aconselhável que as empresas de qualquer tamanho e porte procedam a um DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL, para que possa implementar as melhorias necessárias para os proximos anos, ressalto que o citado procedimento é essencial para que a gestão empresarial possa continuar com o seu empreendimento com sustentabilidade.

Sabemos que estamos passando por uma Crise Financeira e nosso país tem demonstrado diversos pontos positivos que nos possibilitou ser o último a sentir e um dos primeiros provavelmente a sair desse cataclisma econômico, como estamos vivenciando, mas não devemos baixar a guarda, daí podemos entender a busca por instrumentos que possam nos informar sobre o comportamento da gestão empresarial.

Outro fator importante é a taxa de juros (selic), a elevação do salário minimo a partir do mês de janeiro do ano que se aproxima, o dispêndio financeiro do final de ano de 2009 suportado pelo Fluxo de Caixa, a inibição de determinado fechamento de contratos que podem impactar a necessidade do Capital de Giro da empresa, desembolso de obrigação financeira contraída, investimentos necessários e inadiáveis para se manter no mercado, pois em ano eleitoreiro a tendência é o Capital ficar mais direcionado ao custo de campanhas publicitárias arrefecendo as empresas que desenvolvem atividades economicas especificas, gestão pautadas em promessas ilusionistas, chamo atenção para a existência de uma redução de arrecadação de tributos para suportar o orçamento vindouro tais como, despesa pública, investimentos públicos, manter a independencia do órgão fiscalizador, e principalmente para a necessidade de investimentos nas campanhas, SPED – Fiscal, SPED – Contábil, Nota Fiscal Eletrônica, inovações legais, tributárias, comerciais e trabalhistas, e demais fatos que devemos observar.

Mas também temos fatos positivos, como a recuperação e reativação dos números da economia que podem esquentar os investimentos, maior circulação da moeda possibilitando maior procura de produtos, mercadorias e serviços em face desse aquecimento economico, que poderá positivar e elevar o faturamento das empresas.

Em termos práticos, e mais especificos temos, os principios do IFRS, CPC, de que trata a Lei 11.638/2007, com seus demonstrativos contábeis e financeiros mais acuidados e que demonstrem uma sincronia racional com a gestão empresarial através de uma transparência inigulável com o seu controle interno, devidamente respaldado através de um planejamento empresarial, registrados e mensurados através de um sistema de informática, ou mesmo um sistema mais abrangente como SIG – Sistema de Informação Gerencial, desenvolvido por empresa especializada.

A elaboração de um Planejamento Empresarial é uma ação imprescindível, elaborado de modalidade flexível e abrangente, que possa elencar os pontos fracos e fortes da gestão empresarial e especificamente do empreendimento que se deseja manter sua sustentabilidade e continuidade.

Obrigatoriamente, devemos estabelecer as consultas da regularidade juridica, fiscal, trabalhista, empresarial, da empresa e se possível ter em mãos as pesquisas necessárias que possam ratificar as CND – Certidões Negativas de Débitos, pois é essencial que possamos observar a empresa no ambiente externo e justos aos órgãos fiscalizadores.

Sabemos que após os diversos obstáculos sofridos pela gestão empresarial é plenamente comum á existência de débitos que não foram suportados, mas é essencial que tenhamos registros e que possamos acompanhar a sua evolução para manter sob o devido controle, até sua ação decisória de negociar o débito existente.

É plenamente saudável que a empresa solicite de seus colaboradores através de um Work Labor quais as sugestões e alternativas para atingir a manutenção progressiva da atividade economica na busca de resultados positivos, qualquer outra ação disforme a esse evento é fisiologismo que não leva a nenhum lugar.

Avaliar e acompanhar todo o fluxo operacional, medir, quantificar e qualificar o custo versus beneficio dos colaboradores é necessário, estabelecer controle de custos e despesas repassando aos responsáveis pelo centro de custos seus efeitos e solicitando sua redução, pois é necessário alavancar o faturamento, pois deve ser um objetivo a ser seguido por todos os colaboradores, independentemente de sua posição funcional, buscar alternativas de crescimento do faturamento de modalidade de licita e proba deve ser um pensamento retilinio.

Analisar profisionalmente qualquer proposta de empréstimos, financiamento, leasing, capitação de recursos, projetos, fusão, aquisição, venda, e demais alternativas através de um estudo apurado e realista.

Avaliar e analisar todas as demonstrações contábeis e financeiras de modalidade períodica, aferindo com o planejamento empresarial, administrando suas variações e medindo seus resultados, desde a existencia de Estoques, Disponibilidades, Obrigações, Custos e Despesas, Faturamento, Imobilizações, Investimentos, customização, precificação, impacto tributário, encargos sociais, atendimento ás obrigações tributárias (principal e acessória), admissões, demissões, cronograma de férias, melhorias dos produtos/serviços, obsolescencia, oportunidade, depreciação, exaustão, amortização, e demais fatos e ações.

Lembro que o fator limitador de determinados gestores em visualizar somente o Faturamento e o Fluxo de Caixa, pode expor a empresa a situações vexatórias e declinantes, daí a necessidade da elaboração de um DIAGNOSTICO EMPRESARIAL, que possibilite ter uma posição de toda a empresa em sua plenitude.

Ressalto que o mercado não perdoa os incautos ou despreparados, sem nenhum constrangimento, devemos nos lembrar das empresas que ficaram na história e em nossa lembrança, para que não aconteça o mesmo com a sua.

Proceda a um diagnóstico pessoal, pois as antigas práticas, não se coadunam com o momento economico que estamos vivenciando, ou talvez seja tarde demais.

Diante do exposto que entitula o referido artigo, gostaria de lhe perguntar:

JÁ REALIZOU O DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL DE SUA EMPRESA AINDA EXISTENTE?