Arquivo | junho, 2009

SEGUNDA VIA DA CHAVE DO FGTS

26 jun
O que posto por aqui são dicas para meu uso pessoal que pode ser útil a outras pessoas, pois a dúvida esclarecida de um pode poupar um bom tempo para outros.

Hoje ao informar a Comunicação de Informação do Trabalhador para que o mesmo possa sacar o FGTS, esqueci de imprimir a “chave de identificação” que o sistema gera. Ao tentar emitir uma segunda via, ví que não era possível mas, ao ligar para o suporte da Caixa (com muito custo) me informaram que bastava informar novamente e, no lugar onde deve se informar o código da agência da caixa, bastava informar o código de alguma agência diferente da que foi informada anteriormente e assim, gerar uma nova chave.

Simples agora, mas foi uma dor de cabeça há poucos minutos.

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SOBRE RENDA PASSIVA E RENDA ATIVA

19 jun

O livro Pai Rico, Pai Pobre foi um marco nas finanças pessoais alavancando como nunca antes os estudos e o interesse sobre o assunto. O autor, Robert Kiyosaki, foca em seus trabalhos os princípios necessários para acumular riqueza, dentre estes existe um em especial: “Acumular ATIVOS”.

Para entendermos o princípio fundamental para acumular riqueza, precisamos, primeiramente diferenciar ATIVOS e PASSIVOS. Os ativos são qualquer coisa, bens, imóveis, emprego, etc… que geram receita “você recebendo dinheiro” . Os passivos são qualquer coisa, bens, imóveis, veículos, transporte, etc.. que geram despesa, “você gastando dinheiro”.

Dentro desta análise podemos exemplificar:

– Uma pessoa possuí um imóvel e reside nele, tem custos com IPTU, consertos, etc… para esta pessoa o imóvel é um passível, pois gera despesa.

– Outra pessoa possuí um imóvel e utiliza-o como fonte de renda alugando-o para uma família, para esta pessoa o imóvel é um ativo, pois gera receita

O conceito de acumular ativo remete ao segundo exemplo, quanto mais ativos acumularmos, mais renda iremos obter, mais dinheiro teremos para investir em ativos que gerarão mais renda, é uma bola de neve e por isso este conceito é tão importante para quem espera ter sucesso em suas finanças pessoais.

Existem dois tipos de ativos ou formas de obter renda:

RENDA ATIVA – quando trabalhamos para ter (fruto de nosso esforço): salário, auxílio alimentação, pró-labore.

RENDA PASSIVA – quando não trabalhamos para ter (gera receita por si só não dependendo do tempo e esforço despendido, apenas do dinheiro investido): imóveis, investimentos financeiros, negócios próprios.

É claro que a mais comum e a teoricamente “mais fácil” de se obter é a renda ativa, basta que consigamos um emprego para tê-la, porém o que realmente mede nossa taxa de riqueza é a renda passiva, para melhor entendimento devemos nos perguntar: se parássemos de trabalhar hoje, teríamos como nos manter apenas com nossos investimentos? Quando esta resposta for positiva é porque foi atingida a taxa de riqueza de 100%, assim, toda sua renda através de investimentos, imóveis ou negócios próprios, que não exigem seu trabalho, correspondem a 100% dos seus gastos.

Hoje em dia é muito difícil encontrar pessoas que tenham uma taxa de riqueza acima de 90%, pois quanto mais receita se tem mais despesas se acumulam, é a ordem natural das coisas. Uma casa maior, mais gasto com impostos e manutenção; um carro melhor, despesa com combustível e seguro; uma vida mais saudável, despendendo maior valor com academia, personal trainner, produtos saudáveis; e assim por diante.

Portanto, prestemos atenção em nossos gastos atuais, para onde está indo nosso dinheiro? Será que aquele dinheiro guardado está sendo bem utilizado, ou poderíamos fazer com que ele trabalhe para nós, gerando mais dinheiro? São inúmeras as possibilidades para quem quer ver o dinheiro trabalhar por conta própria. Pense e faça sua bola de neve.

Fonte: Portal da Administração.

Empresas poderão agendar opção pelo Simples Nacional

17 jun

Processo começa em novembro e dezembro de 2009, antes do prazo de opção, em janeiro de 2010

Dilma Tavares

Márcia Gouthier/ASN

Márcia Gouthier/ASN

Secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, destaca que empresas ganharão três meses para resolver pendências

Brasília – As micro e pequenas empresas poderão agendar a opção pelo Simples Nacional até dois meses antes da abertura do prazo, que ocorre sempre em janeiro de cada ano. O agendamento já começará em novembro e dezembro de 2009. A informação é do secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago. A previsão é que no mês de julho o Comitê delibere sobre esse assunto.

Na prática, as empresas ganharão três meses para entrar no Simples Nacional. Isso porque, conforme Silas Santiago, os empreendimentos que fizerem o agendamento e não tiverem pendências, a partir de 1º de janeiro estarão automaticamente no Sistema, sem precisar repetir o procedimento. Quem fizer o agendamento, mas tiver pendências, terá todo esse tempo para resolvê-las.
“Como não se pode antecipar o período de opção, porque a lei fixa o prazo em janeiro, optou-se pelo agendamento”, disse Silas Santiago. O objetivo, explicou, é dar mais tempo para que as empresas ou seus contadores resolvam possíveis pendências, além de desafogar as administrações tributárias, não concentrando todo o trabalho nesse mês, “normalmente tumultuado em termos de contabilidade”, lembra o secretário-executivo.

Mais mudança

Essa é uma das mudanças que estão sendo trabalhadas pelo Comitê. Outra diz respeito à informação das adesões. Conforme Silas Santiago, a partir de janeiro de 2010, as empresas que decidirem entrar no Sistema não precisarão mais esperar até fevereiro para saber se a sua opção foi aceita ou não. “Para isso haverá processamentos parciais semanais, todo sábado, para que as empresas que não tiverem pendências ou mesmo que forem resolvendo suas pendências, saibam logo se pedido foi aceito ou não”, explicou.

Obrigações acessórias

De acordo com Silas Santiago, ainda este ano o Comitê também deverá alterar totalmente a Resolução nº 10, que trata de obrigações acessórias, reduzindo a lista dessas obrigações que são exigidas pelas administrações tributárias para o funcionamento das micro e pequenas empresas. A mudança, explicou, terá por base pesquisa sobre essas exigências. O levantamento está sendo feito com apoio da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).


Empresas poderão agendar opção pelo Simples Nacional

17 jun

Processo começa em novembro e dezembro de 2009, antes do prazo de opção, em janeiro de 2010

Dilma Tavares

Márcia Gouthier/ASN

Márcia Gouthier/ASN

Secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago, destaca que empresas ganharão três meses para resolver pendências

Brasília – As micro e pequenas empresas poderão agendar a opção pelo Simples Nacional até dois meses antes da abertura do prazo, que ocorre sempre em janeiro de cada ano. O agendamento já começará em novembro e dezembro de 2009. A informação é do secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago. A previsão é que no mês de julho o Comitê delibere sobre esse assunto.

Na prática, as empresas ganharão três meses para entrar no Simples Nacional. Isso porque, conforme Silas Santiago, os empreendimentos que fizerem o agendamento e não tiverem pendências, a partir de 1º de janeiro estarão automaticamente no Sistema, sem precisar repetir o procedimento. Quem fizer o agendamento, mas tiver pendências, terá todo esse tempo para resolvê-las.
“Como não se pode antecipar o período de opção, porque a lei fixa o prazo em janeiro, optou-se pelo agendamento”, disse Silas Santiago. O objetivo, explicou, é dar mais tempo para que as empresas ou seus contadores resolvam possíveis pendências, além de desafogar as administrações tributárias, não concentrando todo o trabalho nesse mês, “normalmente tumultuado em termos de contabilidade”, lembra o secretário-executivo.

Mais mudança

Essa é uma das mudanças que estão sendo trabalhadas pelo Comitê. Outra diz respeito à informação das adesões. Conforme Silas Santiago, a partir de janeiro de 2010, as empresas que decidirem entrar no Sistema não precisarão mais esperar até fevereiro para saber se a sua opção foi aceita ou não. “Para isso haverá processamentos parciais semanais, todo sábado, para que as empresas que não tiverem pendências ou mesmo que forem resolvendo suas pendências, saibam logo se pedido foi aceito ou não”, explicou.

Obrigações acessórias

De acordo com Silas Santiago, ainda este ano o Comitê também deverá alterar totalmente a Resolução nº 10, que trata de obrigações acessórias, reduzindo a lista dessas obrigações que são exigidas pelas administrações tributárias para o funcionamento das micro e pequenas empresas. A mudança, explicou, terá por base pesquisa sobre essas exigências. O levantamento está sendo feito com apoio da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon).


Empreendedor Individual não precisa declarar IR como pessoa física

15 jun

Mas apenas se seu rendimento tributável estiver até o limite de isenção de R$ 1,6 mil

Dilma Tavares

Brasília – O Empreendedor Individual não precisará apresentar a declaração de Imposto de Renda como pessoa física. Mas isso apenas se estiver dentro do limite de isenção para declaração do Imposto, que é de R$ 1,6 mil. Ainda neste mês de junho, a Receita Federal do Brasil deverá publicar uma Instrução Normativa sobre essa questão, segundo informou o secretário-executivo do Comitê Gestor do Simples Nacional, Silas Santiago.

Criado pela Lei Complementar 128 de 2008, o Empreendedor Individual, como vem sendo chamado o Microempreendedor Individual, entra em vigor dia 1º de julho. Esse dispositivo facilita a formalização de empreendedores como costureiras, manicures, vendedores de pipoca e artesãos, que tenham receita bruta anual de até R$ 36 mil por ano, o que equivale a R$ 3 mil por mês.
Quem aderir fica isento de quase todos os tributos, pagando apenas 11% de INSS e R$ 1 de ICMS, se for do setor da indústria ou do comércio; ou R$ 5 se for do setor de serviços. Entre os benefícios, a nova figura jurídica garante aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade, além de ter o processo de inscrição gratuito e simplificado. Segundo Silas Santiago, a não exigência da apresentação da declaração como pessoa física para aqueles que estiverem dentro do limite de isenção também é um tratamento diferenciado em relação aos empresários de forma geral.
“Hoje qualquer empresário tem que apresentar a declaração de Imposto de Renda, também como pessoa física. O empreendedor Individual ficará isento dessa apresentação, apenas pelo fato de ser esse tipo de empreendedor”, disse. Silas alertou, porém, que ele terá que apresentar a declaração, “se a transferência de receita tributável da pessoa jurídica Empreendedor Individual para a pessoa física ultrapassar o limite de isenção, inclusive somando demais rendimentos que possa ter”.
A sua avaliação é de que, pelo próprio perfil desse público, a medida beneficiará a maioria dos empreendedores individuais. “Pelo menos 90% dos casos devem estar na faixa de isenção”, acredita. Para o secretário, a não obrigatoriedade da declaração significa uma exigência a menos e um incentivo a mais à formalização. “Quantas dessas pessoas, hoje, declaram Imposto de Renda? Se estabelecer outra obrigação, ela não se formaliza”, defende.
De acordo com a Lei Complementar 128/08, os escritórios de serviços contábeis integrantes do Simples Nacional e que recolham tributos por meio da tabela 3 do Sistema farão, gratuitamente, a inscrição e a primeira declaração anual de rendimento dos empreendedores individuais.
Conforme o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas (Fenacon), Valdir Pietrobon, a falta de uma definição oficial sobre a declaração de IR por esses empreendedores como pessoa física era uma preocupação da entidade. “Queríamos que isso estivesse escrito, para poder orientar os empreendedores individuais sobre o assunto. A Instrução Normativa da Receita facilitará esse trabalho”, explicou.